quarta-feira, 15 de outubro de 2008

GRIFFITH (1928)

Os primeiros trabalhos à importância do DNA foram realizados por GRIFFITH, utilizando Pneumonocos, bactéria que causa a Pneumonia. Este concluíu então que existem dois tipos de bactérias:

  • Tipo S (patogénica), possui uma cápsula que lhe confere um aspecto liso (smooth) e resistência à fagocitose. Quando se reproduzem originam bactérias do tipo S;
  • Tipo R (não patogénica), não possui cápsula tendo por isso um aspecto rugoso (rough) e são destruídas por fagocitose. Quando se reproduzem originam bactérias do tipo R.

A - Introduziram-se as bactérias tipo S nos ratos. Morreram de pneumonia;
B - Introduziram-se as bactérias tipo R nos ratos. Mantêm-se saudáveis;
C - Introduziram-se bactérias tipo S mortas nos ratos. Mantêm-se saudáveis;
D - Introduziram-se bactérias tipo S mortas e bactérias tipo R nos ratos. Morreram de pneumonia. (No sangue dos ratos do quarto grupo, apresentava bactérias Tipo S vivas)

MAS COMO SERIA POSSÍVEL EXISTIREM BACTÉRIAS DO TIPO S VIVAS, NO SANGUE DO RATO?!

Griffith conclui que alguma parte da célula Tipo S morta contaminou as células Tipo R. Restava saber qual parte da célula tinha transferido a informação genética que infectou as bactérias não patogénicas.

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